No início da pandemia do coronavírus, as máscaras de tecido passaram a ser amplamente utilizadas pela maioria da população brasileira, principalmente por serem mais acessíveis e pela escassez de equipamentos de proteção individual (EPI's) nos hospitais naquele período.
Mais de um ano de pandemia se passou e muita coisa mudou em relação ao entendimento da covid: ao longo dos meses, pesquisas mostraram que a maior parte do contágio é por aerossóis — pequenas partículas que ficam suspensas no ar —, e as máscaras mais eficazes para evitar esse tipo de contaminação são a PFF2 e a N95, que apresentam qualidade superior de vedação e filtragem de ar.
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