Uma pesquisa publicada no mês passado na revista científica Frontiers in Robotics and AI investiga um universo cada vez mais explorado para inúmeras aplicações em medicina: minúsculos robôs macios controlados por manipulação remota, capazes de caminhar e transportar medicamentos sobre superfícies densas e acidentadas dentro do corpo humano.
Quando os microrrobôs começaram a ser desenvolvidos para fins medicinais, eles foram projetados para se locomoverem em meios aquosos e superfícies duras. Ocorre que, dentro dos nossos corpos, a maioria das superfícies é feita de tecidos biológicos densos, o que demandou uma repaginada nessas estruturas robóticas, adaptando-as a esse ambiente.
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