02/02/2020

Look de Carnaval! 5 marcas que você precisa conhecer antes de se jogar na folia

Seja bem-vindo, fevereiro, porque vamos te usar! As celebrações que antecipam o Carnaval 2020 já começaram ao redor do país e, por isso, vamos te ajudar a montar os looks para a temporada mais alegre do ano. O céu é o limite nesta temporada, mas quem disse que não podemos incluir um pouco de estilo e tendências às produções? Listamos 5 marcas para você entrar no clima sem deixar o lado fashionista. Vem!
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Moda de Carnaval: 5 marcas que vão te ajudar a se jogar na folia! Divulgação, A.Brand
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Moda de Carnaval da Farm tem conjuntinho combinando com asa de borboleta estampada Divulgação, Farm
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Brincos volumosos e com brilho e peças com paetê são as apostas de Carnaval da Renner Divulgação, Renner
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Moda de Carnaval da A.Brand conta tons vibrantes, listras e plumas Divulgação, A.Brand
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Marca Renner se jogou nos acessórios coloridos com foco no neon para o Carnaval Divulgação, Renner
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Moda de Carnaval da Farm conta com fantasias super coloridas, estampadas e vibrantes Divulgação, Farm
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Moda plus size da Delphina conta com saia de tulê e detalhes de fantasia Divulgação, Delphina
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Moda plus size da Delphina garante cores intensas e estampas bem coloridas Divulgação, Delphina

Foi dada a largada para o Carnaval 2020! E você? Já montou os seus looks para curtir os blocos e festas? Nós sabemos que a produção vai muito além da make trend de glitter e strass, por isso vamos te ajudar a escolher o look perfeito para cada ocasião. Para quem pretende sair do básico e apostar em fantasias criativas e autorais, vale a pena conferir a coleção de algumas marcar que investem em coleções próprias para a folia. Confira as apostas de 5 marcas que já entraram no ritmo da purpurina!

1- Amaro

A moda da Amaro provou que o Carnaval pode ser feito com looks monocromáticos. A marca investiu em modelagens lisas para compor produções minimalistas para a folia. Mas não tem nada de básico nas peças, tá? Em vez de estampas, o que gritou a folia das peças foram os detalhes e brilho e as cores vibrantes, com foco no neon. Os detalhes dos looks também garantiram a sofisticação e o colorido que fevereiro pede.

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Moda da Amaro conta com peças lisas e foco em acessórios Divulgação, Amaro
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Moda da Amaro exibe conjuntinho hit de hot pant e top Divulgação, Amaro 2 - Renner

O Carnaval da Renner conta com acessórios bem volumosos, design diferenciado e cores vibrantes. O neon é destaque na coleção, compondo conjuntinhos e looks inteiros. Além de modelos monocromáticos e lisos, a loja também investiu em blusas estampadas e coloridas. E o melhor! As peças contam com algumas trends da estação como o babado, por isso vale compor visuais que vão além da folia. Que tal incluir o top neon em seu beachwear?

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Marca Renner aposta em acessórios extravagantes e coloridos para o Carnaval Divulgação, Renner 3 - Farm

A ousadia falou mais alto na moda de Carnaval da Farm. A marca, que é conhecida por sua estamparia, apostou em roupas com desenhos, muito brilho, ornamentos e paetê. As peças contam com fantasias autorais com direito a releituras dos clássicos carnavalescos: como chapéus e corações. O destaque são para os detalhes maximalistas como asas volumosas e estampadas imitando uma borboleta, aumentando o leque de prints da estação.

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Moda de Carnaval da Farm conta com fantasias com asas bem volumosas e coloridas Divulgação, Farm 4 - A.Brand

Fantasias descoladas e com acessórios diferentes é a proposta da A.Brand para o Carnaval 2020. A marca apostou em peças como bodies, macaquinhos e hot pants para garantir a leveza da temporada. A alegria dos modelos ficou por conta de cores intensas com direito a trends como plumas e franjas. Os acessórios contam com pegada maximalista e criativa, como o arquinho de pipoca.

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Moda de Carnaval: 5 marcas que vão te ajudar a se jogar na folia! Divulgação, A.Brand
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Moda de Carnaval da Farm tem conjuntinho combinando com asa de borboleta estampada Divulgação, Farm
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Brincos volumosos e com brilho e peças com paetê são as apostas de Carnaval da Renner Divulgação, Renner
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Moda de Carnaval da A.Brand conta tons vibrantes, listras e plumas Divulgação, A.Brand
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Marca Renner se jogou nos acessórios coloridos com foco no neon para o Carnaval Divulgação, Renner
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Moda de Carnaval da Farm conta com fantasias super coloridas, estampadas e vibrantes Divulgação, Farm
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Moda plus size da Delphina conta com saia de tulê e detalhes de fantasia Divulgação, Delphina
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Moda plus size da Delphina garante cores intensas e estampas bem coloridas Divulgação, Delphina
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Moda da Amaro conta com peças lisas e foco em acessórios Divulgação, Amaro
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Moda da Amaro exibe conjuntinho hit de hot pant e top Divulgação, Amaro
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Marca Renner aposta em acessórios extravagantes e coloridos para o Carnaval Divulgação, Renner
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Moda de Carnaval da Farm conta com fantasias com asas bem volumosas e coloridas Divulgação, Farm
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Moda de Carnaval da A.Brand conta com franjas, brilho e acessórios criativos Divulgação, A.Brand 5 - Delphina

A moda da Delphina conta com visuais mais discretos para o Carnaval. A marca plus size apostou em peças coloridas e estampadas para expressar a alegria da folia. Ao mesmo tempo, as peças contam com padronagens florais que podem ser usadas em diversas ocasiões. As saias de tulê e acessórios minimalistas também fazem parte da pegada eleita pela marca.

(Por Ana Clara Xavier)

01/02/2020

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Socializar é a melhor coisa que você pode fazer para sua memória, diz especialista britânico

Para Martin Conway, diretor de centro de Direito e Memória da City University no Reino Unido, pessoas mais velhas devem continuar socializando para manter a mente ativa
Para Martin Conway, diretor de centro de Direito e Memória da City University no Reino Unido, pessoas mais velhas devem continuar socializando para manter a mente ativa BBC NEWS BRASIL

Não importa que tenhamos memórias falsas, diz o britânico Martin Conway, o importante é que elas se encaixem com a ideia que temos sobre nós.

A chamada "memória autobiográfica" é o que esse professor de psicologia cognitiva da City University of London, no Reino Unido, e diretor do Centro de Memória e Direito da mesma universidade vem estudando há 40 anos. Na visão dele, todos criamos inadvertidamente recordações que não correspondem à realidade, mas que se adequam à história que construímos sobre nossa vida e personalidade.

"Memórias autobiográficas, de períodos mais longos, de meses, anos ou décadas, servem mais para nos ajudar como indivíduos, para nos definir", diz ele em entrevista à BBC News Brasil. "Então não é particularmente importante que a memória seja bastante precisa. O que importa é que seja consistente, que se encaixe com a sua vida, com o que você constrói sobre você mesmo. E esse processo pode ser inconsciente."

Leia mais: Como educar uma geração digital com tanta dificuldade para se concentrar?

Conway também é contrário às críticas que associam novas tecnologias a uma espécie de "terceirização da memória". "Sempre soubemos que nossa cognição é imperfeita, e sempre buscamos maneiras para suplementá-la. Pessoalmente, eu acho bom. A tecnologia expande nossa memória, não o contrário", afirma.

Ele diz que a memória não é um músculo que pode ser exercitado. "Aprender um instrumento musical, uma nova língua, uma nova área de conhecimento, tudo isso é bom. Vai te fazer mais inteligente e esperto. Mas não vai fazer sua memória melhorar", afirma. A melhor coisa para a memória, diz ele, é socializar e conviver com amigos e familiares — algo que promove aprendizados e que, segundo ele, faz bem para a memória e para a mente como um todo.

Leia os principais trechos da entrevista da BBC News Brasil com Conway:

BBC News Brasil - O que é memória? É correto dizer que é a recordação de uma experiência ou de um evento?

Martin Conway - É uma pergunta difícil. Não é uma recordação literal. É quase como uma obra de arte baseada em uma foto do passado. E por causa disso a memória frequentemente contém erros. Podemos defini-la como uma representação com uma importância pessoal grande que tem alguma conexão com o passado, mas que não necessariamente representa o passado como uma foto, um vídeo ou uma recordação no diário faria.

BBC News Brasil - Por que o Sr. diz que ela frequentemente contém erros?

Conway - Às vezes, podemos checar o conteúdo de memórias contra fatos objetivos, e quando o fazemos, percebemos que muitas vezes nossas memórias contêm erros. É comum que sejam erros sobre detalhes. Também podemos nos lembrar de coisas que nunca aconteceram. Todo mundo já passou por isso. Memórias são essas construções mentais que são como obras de arte, e às vezes obras de arte são fictícias, não?

Para entender por que pode conter erros, precisamos entender as diferentes funções das memórias. Uma delas é recordar o passado imediato. Esse tipo de recordação é razoavelmente preciso. Outro tipo, que chamamos de memórias autobiográficas, de períodos mais longos, de meses, anos ou décadas, servem mais para nos ajudar como indivíduos, para nos definir. E então é nesse momento que não é particularmente importante que a memória seja bastante precisa. O que importa é que seja consistente, que se encaixe com a sua vida, com o que você constrói sobre você mesmo. E esse processo pode ser inconsciente.

BBC News Brasil - Então as memórias definem a percepção que temos sobre nossa vida? Ou é o contrário: o que construímos sobre nossas vidas define nossas lembranças?

Conway - As duas coisas interagem. É algo que chamamos de coerência. Há memórias que chamamos de "autodefinidoras". Elas provavelmente vão nos direcionar para certas direções e objetivos que buscamos em nossas vidas e vice-versa. Se não interagirem, é um problema. Em casos de doenças mentais, por exemplo. Você pode se lembrar de algo que não é você, não se encaixa na percepção que você tem sobre si. E daí você tem que, de alguma forma, viver e integrar isso na sua vida e a percepção que tem sobre ela.

BBC News Brasil - As pessoas dizem que a memória está sempre em construção, ou sempre mudando. Isso é verdade?

Conway - As memórias não podem estar sempre mudando, porque daí não teríamos consistência. Elas mudam, mas não tanto quanto se imagina. Conhecimento abstrato, conceitual, dados como "Eu fiz faculdade? Fiz" —isso não vai mudar. Coisas específicas assim não vão mudar. Só que tem que haver consistência, mas também uma flexibilidade construtiva. Você não vai se esquecer de ter trabalhado em um lugar específico, mas haverá muitos episódios relacionados àquilo que você poderá lembrar com detalhes diferentes. Ou seja, você provavelmente vai se lembrar, na sua vida, de ter trabalhado na BBC, mas vai se lembrar de muitos episódios relacionados a isso com detalhes diferentes. O importante é que haja coerência com o quadro mental que você vai pintar sobre ter trabalhado na BBC.

Outra visão com a qual não concordo muito é a de reconsolidação. É uma abordagem científica que diz que todas as vezes que você se lembra de uma memória, você muda ela. Eu acho que isso levaria a um sistema de memória muito instável. Nós somos muito estáveis, temos a necessidade e desejo de memórias consistentes.

BBC News Brasil - Por que criamos memórias de coisas que nunca aconteceram?

Conway - Às vezes são coisas que nós imaginamos que aconteceram. Talvez você tenha imaginado muito e esqueceu que era uma imaginação, e aquilo volta como uma memória. Isso acontece muito com memórias de infância. Sua mãe pode ter lhe dito: "Tínhamos um grande jardim verde e brincávamos lá, você estava sempre rindo". E mais tarde você pode se lembrar dessa cena, sem se tocar que era uma história que sua mãe lhe contou. Ou então você pode ter imaginado algo quando criança — algo que poderia ter acontecido, mas não aconteceu. Você pode lembrar disso como uma memória. E isso pode ser consistente e coerente com suas crenças sobre quem você era e suas atitudes em relação ao mundo, e isso é ok.

Memória e imaginação acontecem nas mesmas redes neurológicas do nosso cérebro. Quando você não está focado ou focada em tarefas, quando você está pensando na vida, no futuro, no passado, essas grandes e complicadas redes neurológicas ficam online. Lembrar e imaginar acontecem na mesma rede.

BBC News Brasil - Então nós criamos lembranças falsas?

Conway - Não há dúvidas de que sim. Se é intencional ou não, é outra questão. Pesquisadores concordam em relação a uma coisa: ninguém se senta, pensa e cria uma memória falsa assim. Você pode conversar com alguém, imaginar algo que poderia ter acontecido, e gradualmente isso se transforma em algo que você se lembra como real.

BBC News Brasil - Qual é a diferença entre memórias a longo prazo e memórias a curto prazo, e por que lembramos de umas e não de outras? Às vezes nos esquecemos do que comemos no café da manhã.

Conway - É porque o café da manhã é algo entediante! (Risos) Mas vamos falar sério: memórias a curto prazo duram cerca de 30 segundos. Um exemplo é algo que você acabou de dizer, as exatas palavras que você disse. Memórias intermediárias, de eventos recentes, o que eu tomei no café da manhã, se passeei com o cachorro, são importantes porque nos ajudam a nos localizar no tempo e no espaço. Mas, com o tempo, você se lembra menos e menos, como o que você fez ontem, três dias atrás, uma semana, um mês atrás. E então existe uma função de retenção: você acaba se lembrando mais de eventos de grande relevância para você, como os relacionados a seus objetivos, preocupações e desejos.

 

Memórias autobiográficas não precisam ser precisas, só precisam fazer sentido com o que imaginamos sobre nossas próprias vidas
Memórias autobiográficas não precisam ser precisas, só precisam fazer sentido com o que imaginamos sobre nossas próprias vidas BBC NEWS BRASIL

BBC News - Brasil - E memórias de infância, existem?

Conway - Essa é uma questão interessante. Muitas pesquisas já foram feitas sobre isso. O cérebro está se desenvolvendo nesses períodos. Estudos mostram que os lobos frontais ainda não estão completamente desenvolvidos quando você tem vinte e poucos anos. Minha hipótese é que lembramos comparativamente pouco dos 5 aos 10 anos, e que passamos a lembrar mais na adolescência. Além disso, há muitas diferenças de pessoa para pessoa, por causa do desenvolvimento do cérebro, e diferenças culturais.

Pessoas de culturas asiáticas, por exemplo, lembram menos de detalhes de memórias como crianças. Isso porque são socializadas a lembrarem memórias que envolvem um coletivo — lembram-se de falar com a mãe ou com a avó, por exemplo, e não tanto de "eu". Nas culturas ocidentais, somos criados para nos lembrar de coisas que nos definem como indivíduos, como "eu fiz isso", "eu fiz aquilo".

BBC News Brasil - Se não conseguimos nos lembrar de fatos, conseguimos nos lembrar de sentimentos dessa época?

Conway - A pergunta que temos que nos fazer é: é possível, em primeiro lugar, lembrar-se de qualquer sentimento? Quando você diz: "Senti medo, raiva" ou qualquer coisa do tipo… Era esse mesmo o caso? Você pode se lembrar de detalhes de um evento e inconscientemente e sem intenção construir a partir disso memória de como você se sentiu.

Além disso, as medidas podem mudar. Por exemplo, posso me lembrar de me sentir muito feliz jogando futebol em um campinho quando tinha 7 anos de idade. Mas a felicidade que eu senti aos 7 anos é a mesma felicidade que eu sinto hoje? O que você se lembra não corresponde, necessariamente, a como as coisas eram.

BBC News Brasil - Existem memórias coletivas?

Conway - Sim. Não tê-las é um problema. Por que que as pessoas às vezes não as têm? É uma repressão das memórias, que pode ser consequência de um problema na sociedade, em geral. São memórias importante porque provavelmente são memórias de eventos negativos. E eventos negativos transmitem mais informação que eventos positivos, são mais informativos sobre o mundo e às vezes são sobre coisas que podem ser ameaçadoras. Você se lembra de como as coisas podem dar errado para não repeti-las. Também há memórias relacionadas a gerações. Há memórias de que meus outros amigos velhos também se lembram, e isso nos conecta.

 

'A felicidade que eu senti aos 7 anos é a mesma felicidade que eu sinto hoje?', pergunta-se o professor Martin
'A felicidade que eu senti aos 7 anos é a mesma felicidade que eu sinto hoje?', pergunta-se o professor Martin BBC NEWS BRASIL

BBC News Brasil - A tecnologia de hoje em dia afeta nossa memória? Estamos terceirizando nossa memória para aplicativos e aparelhos?

Conway - Temos que lembrar que a humanidade sempre suplementou sua cognição com a tecnologia. Escrever é provavelmente nossa maior tecnologia. Sempre soubemos que nossa cognição é imperfeita, e sempre buscamos maneiras para suplementá-la. Pessoalmente, eu acho bom. Eu acho incrível. A tecnologia expande nossa memória, não o contrário.

BBC News Brasil - Podemos exercitar nossa memória para tentar melhorá-la?

Conway - Não. A memória não é um músculo. Aprender um instrumento musical, uma nova língua, uma nova área de conhecimento, tudo isso é bom. Vai te fazer mais inteligente e esperto. Pode ser bom para sua "memória de trabalho", que é sua habilidade de brevemente manipular informação, mas não vai fazer sua memória melhorar. Vai fazer todo o conjunto funcionar bem.

Se você desistir e parar de aprender coisas novas, as coisas não irão bem. Uma das coisas que fazem uma diferença enorme é o quão bem socializamos com os outros. Fomos evoluídos para socializar, e quanto mais o fazemos, melhor nosso cérebro trabalha. Sair com amigos e familiares e interagir é a melhor coisa que você pode fazer pela sua mente e para sua memória. Socializando, você aprende coisas novas o tempo todo, aprende sobre pessoas, sobre si próprio. Socializar é um aprendizado gigante. E pessoas que permanecem dentro de seus grupos sociais sofrem menos declínio cognitivo, e isso inclui comprometer menos a memória.

BBC News Brasil - O que o Sr. diria para pessoas mais velhas sobre a memória?

Conway - Permaneçam engajados com seus círculos sociais, seus netos, amigos, colegas. É a coisa que mais pode fazer a diferença. Não há dúvidas de que a memória deteriora. Manter todo o sistema mental vivo trará benefícios. Socializar é bom para a memória, para o pensamento e a imaginação. É bom para tudo.

BBC News Brasil - O que acontece quando ficamos com Alzheimer? O Sr. acredita que um dia haverá uma cura?

Conway - As pessoas ficam com placas entre os neurônios que entopem os caminhos neurais do cérebro. Isso leva ao déficit de memória. Explicar como isso acontece são conjecturas… Há muitas pesquisas, e uma teoria, acredite se quiser, é que há uma relação com a bactéria que causa a gengivite. É só uma teoria recente.

Com Alzheimer, não podemos construir mais memórias. Os pacientes se esquecem de grandes partes de suas vidas. Você, por exemplo, poderia não se lembrar mais de que trabalhou para a BBC. Você perde grandes partes da sua vida que te ajudam a te definir como pessoa. Acredito que encontraremos uma cura, mas o caminho é longo, e não será fácil ou simples.

BBC News Brasil - A medicina e a ciência poderão melhorar nossa memória no futuro?

Conway - Certamente. Quando entendermos exatamente como o cérebro funciona, poderemos manipulá-lo. O grande problema é que temos que pensar como o conhecimento é representado no cérebro. Há neurônios que formam nosso cérebro, mas também há proteínas. Tem que haver um tipo de código genético que represente o conhecimento que pode ser lido e levado à consciência. A questão é: como o conhecimento é representado? Não são genes. É uma ação que está criando proteínas, que formam alguns aspectos desse código que estamos imaginando. Quando entendermos isso, poderemos intervir em prol da nossa memória.

BBC News Brasil - Nossa memória tem limites?

Conway - Bom, há uma visão que diz que sim, que a memória tem uma capacidade limitada. Outra visão, que é a minha, é a de que não é nossa memória que é limitada, é nossa habilidade para acessar nossas memórias que é limitada. As memórias estão armezanadas nas conexões neurais do nosso cérebro, ou nas moléculos geradas pelos neurônios, e em princípio poderiam representar tudo que experimentamos em nossas vidas. A pergunta é: podemos acessá-las? A resposta é que provavelmente não, pelo menos não conscientemente. É o que eu acho, mas a maioria dos outros pesquisadores especialistas em memória me acharia louco.

BBC News Brasil - E quem acredita que a memória tem limites, acha que acontece o quê com nossas recordações?

Conway - Que elas são perdidas, esquecidas, sobrescritas.

BBC News Brasil - E por que o Sr. não acha que isso acontece?

Conway - Porque acredito que elas nos formam, formam nossa personalidade, nossa interação com os outros, os amigos que escolhemos, e que não somos necessariamente conscientes disso.

Brasil poderá ter pagamentos via WhatsApp

WhatsApp Payments deve chegar a Brasil, México, Indonésia e Índia
WhatsApp Payments deve chegar a Brasil, México, Indonésia e Índia Fabiano Do Anaral / CP Memória

O WhatsApp deve expandir para mais países seu recurso de transferência de dinheiro pelo aplicativo ainda neste ano. Desde 2018, a ferramenta é testada na Índia. A declaração foi feita pelo presidente executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, nesta semana, durante conferência com investidores. Segundo o executivo, o WhatsApp Payments deve chegar a países em que o aplicativo tem grande base de usuários, como Brasil, México, Indonésia e Índia.

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A ferramenta de pagamentos permite que usuários façam transferência de dinheiro pelo aplicativo. "É tão fácil quanto mandar uma foto", afirmou Zuckerberg na conferência, completando que a função foi testada com 1 milhão de pessoas na Índia, com uma boa receptividade pelos usuários. "Estou realmente animado com isso e espero que a função comece a ser lançada em vários países e que tenhamos progresso nessa área nos próximos seis meses", disse ele.

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De acordo com a empresa, o WhatsApp Payments será integrado à estrutura do Facebook Pay, plataforma de pagamentos da rede social, anunciada no ano passado. Ela permite que usuários transfiram dinheiro ou façam pagamentos, em compatibilidade com diferentes bandeiras de cartões de crédito e débito, além do PayPal. Hoje, esse recurso funciona apenas nos EUA. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Homem faz fotos impressionantes do espaço do quintal de casa 

David Glaudzin é diretor de operações em uma empresa de seguros na cidade de Essex, no Reino Unido, mas nas horas vagas, durante a noite, pega sua câmera e faz fotos astronômicas como hobby. Ele passou mais de 37 horas durante as noites frias da Inglaterra fazendo registros da lua de nebulosas e até de galáxias



*Estagiário R7, sob supervisão de Pablo Marques 

Em uma das imagens mais impressionantes, David ficou mais de três horas fotografando a Lua em diversas posições, que combinadas mostram a Lua nascendo. A sequência foi feita usando como composição o castelo de Hadleigh, situado na ilha de Canvey, Inglaterra. 

Esta composição mostra o eclipse total da Lua de sangue, ocorrido em janeiro de 2019. O fenômeno acontece quando o Sol, a Terra e a Lua estão em perfeito alinhamento e o planeta fica no centro. A coloração vermelha da lua surge por conta dos reflexos de cor vindos da atmosfera terrestre

Seu filho Oscar adora ajudar com as fotos, mas David afirma que as horas de fotografia são normalmente antissociais e que ele gosta desse tempo de contemplação

Um dos objetos de fotografia preferidos de David é a Lua. Ele consegue captar muitos detalhes com uma definição impressionante para uma câmera simples e um tripé

David afirma que um dos grandes problemas de fotografar o espaço é a luz da cidade, portanto ele escolhe locais isolados para conseguir escapar da luz e conseguir observar os mínimos detalhes 

A poluição luminosa é muito perceptível durante a noite. Por isso, para ter uma visão do céu é necessário escapar das áreas poluídas

Entre seus objetos fotografados estão a galáxia de Andrômeda, que fica a 2.5 milhões de anos luz da terra. Ela é a galáxia espiral mais próxima da Terra e seu nome vem de uma princesa mitológica

Fóssil de espécie rara de dinossauro é encontrado no sul do Brasil 

Fóssil da espécie Dynamosuchus collisensis foi encontrado no Rio Grande do Sul
Fóssil da espécie Dynamosuchus collisensis foi encontrado no Rio Grande do Sul Divulgação/Márcio L. Castro

Uma nova espécie de dinossauro encontrada no Brasil foi apresentada em estudo publicado nesta sexta-feira (31). O réptil pré-histórico viveu há 230 milhões de anos e ainda foi pouco estudada por ser raro de se encontrar fósseis. 

A pesquisa foi resultado da parceria da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), no Rio Grande do Sul, com a Virginia Tech, nos EUA, e o Museu de la Plata, na Argentina. O fóssil da espécie Dynamosuchus collisensis foi encontrado pelo paleontólogo da UFSM, Rodrigo Temp Müller, no município de Agudo (RS), durante visita a um sítio de escavação em março de 2019.

Esta é apenas a quarta vez que um fóssil desse dinossauro foi encontrado em todo o mundo, sendo que que a última vez foi há 50 anos, na Argentina. Os outros dois foram encontrados no século 19, na Escócia.

Uma das características desse grupo de réptil pré-históricos é o formato do focinho, que era alongado e projetado mais para a frente do que a mandíbula. Os dois dentes inferiores também são característicos por serem bem grandes e terem uma carapaça. O Dynamosuchus seria um “primo” do crocodilo, já que existe parentesco na cadeia evolutiva, mas não diretamente.

Os estudos anteriores indicam que esse dinossauro era terrestres e se locomovia com as quatro patas, mas podia se levantar usando apenas as patas traseiras em alguns casos.

Fóssil de Dynamosuchus collisensis encontrado
Fóssil de Dynamosuchus collisensis encontrado Divulgação/Rodrigo Temp Müller

 

O fóssil, assim como a maioria dos dinossauros encontrados no Brasil, data do período geológico Triássico, quando surgiram os primeiros dinossauros e grandes répteis.

Segundo Müller, o Dynamosuchus provavelmente era um necrófago, o que é extremamente raro no Período Triássico. Sua dieta era baseada em procurar por corpos de outros animais e até de outros dinossauros mortos.

Como a descoberta aconteceu

“A descoberta do fóssil foi feita em um gente uma das visitas a um sítio fossilistico. Nós já tínhamos encontrado um pedaço da carapaça do réptil e eu comecei a escavar ao redor com cuidados até encontrar o fóssil. Ele teria cerca de 2 metros e foi o primeiro da espécie encontrado no Brasil”, disse Rodrigo Müller ao R7

Local de pesquisa em Agudo (RS)
Local de pesquisa em Agudo (RS) Divulgação/Jossano Morais

Müller ressalta a importância do estudo divulgado para a paleontologia Brasileira. "A descoberta reforça a ideia de riqueza de fósseis aqui no Brasil. Já fazia 50 anos desde a última vez. Agora abre a oportunidade de encontrar outros grandes fósseis.”

O brasileiro ressalta que a coleta de materiais foi feita totalmente pela equipe da UFSM e que a parceria com outros pesquisadores é apenas para a troca de informações e não financeira. 

 

 

 

 

 

 

 

Comparação entre o dinossauro e o ser humano
Comparação entre o dinossauro e o ser humano Divulgação/Rodrigo Temp Müller
O próximo passo

 

 

O professor afirma que sua equipe segue coletando dados. A próxima fase da pesquisa ira estudar como o animal se locomovia e vivia a partir de estudos de biomecânica do animal. Em breve, será possível saber a força e velocidade das mordida. 

“Essa pesquisa mostra que temos um potencial muito grande de fósseis. Mesmo jovens que gostaria de entrar na área tem muita coisa para estudar. Vão haver várias outras descobertas para os próximos anos”, ressalta para quem tem interesse em estudar paleontologia ou entrar para a área nos próximos anos.

*Estagiário R7, sob supervisão de Pablo Marques

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7 cabelos de Priscilla Alcântara que vão te inspirar a mudar o visual

Se você quer mudar o visual, mas não tem coragem ou não sabe o que fazer, esta galeria é para você. A cantora gospel Priscilla Alcântara é do tipo de pessoa que não tem medo de passar por transformações quando o assunto é cabelo e já surgiu com looks que vão desde o chanel até dreadlocks. Confira, a seguir, sete desses cortes e inspire-se!

1. Chanel com franjinha: visual clássico, porém moderno

O corte fica bom tanto em fios lisos quanto enrolados e ondulados

2. Se a ideia é não cortar tanto, que tal manter as madeixas na altura dos ombros e investir na franja?

3. Mas, se você quer radicalizar, pintar o cabelo de pink pode ser uma solução bem descolada

4. E que tal apostar em dreadlocks?

5. Ou, quem sabe, raspar uma das laterais?

6. Um curtinho reto é o tipo de corte que não tem erro!

Assim como o chanel, ele fica bom não só em cabelos lisos, mas em muitos outros tipos

7. E quem disse que mudar é apenas colorir ou cortar os fios? Investir em um mega hair pode ser uma ótima opção


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Co-wash – O que é? Para quais cabelos? Quais produtos usar?

Co-wash é nada menos que a lavagem do cabelo com apenas condicionador.  O uso do shampoo auxilia na limpeza dos fios, mas devido seus componentes químicos, ele também resseca os mesmos. Assim, utilizar somente o condicionador permite que os fios fiquem limpos, hidratados e cheirosos.

É um meio de revitalização do cabelo, e tem conquistado cada vez mais as mulheres. Sua ação tem resultados relativamente rápido e visíveis, e quando feita da maneira correta, muda a saúde do cabelo. Logo, é possível ver que as novas técnicas vem com o propósito de entrar com uma nutrição capilar garantida, bem como mostrar que a moda de pagar caro para ter cabelos bonitos já passou.

É uma maneira caseira de recuperar a vitalidade, saúde e brilho do cabelo, sem precisar de hidratações e outros tratamentos que geralmente só são feitos em salão. O cabelo fica bastante hidratado, e sem frizz.

Como fazer co-wash
O que é Co-wash? Conheça a técnica e seus detalhes importantes
O que é Co-wash? Conheça a técnica e seus detalhes importantes Area de Mulher
Mdemulher

Para realizar o co-wash, é importante escolher o condicionador certo, uma vez que o uso do condicionador errado pode resultar em dermatites e seborreias, acarretando problemas no couro cabeludo. Ele não deve possuir parafina, silicones insolúveis, elementos petrolados e outros componente, que assim como tem o shampoo, deixam resíduos no cabelo e não permitem que água e outros nutrientes entrem no couro cabeludo. Elementos como “isoparaffin”, “isododecane”, “dimethicone”, entre outros, estão vetados.

Após a escolha do condicionador, é só aplicar o produto ao cabelo, deixar alguns minutos, e l00avar retirando ele. Assim, durante a aplicação do produto, é necessário passar da raiz ao final dos fios, cobrindo todo o comprimento dos mesmos.  Em soma, para um melhor efeito, massagear o cabelo após a aplicação é valioso. Também é importante que não fique excesso de resíduos do produto no cabelo, para não resultar na oleosidade excessiva.

Você pode adaptar o co-wash com as necessidades do seu cabelo. Assim, é possível adicionar óleos essenciais com cheirinhos para deixar o cabelo cheiroso, bem como estabelecer um cronograma capilar e intercalar o co-wash com outras técnicas existentes.

Depilação feminina – 14 dicas para diminuir a dor durante o procedimento × Quais os tipos de cabelo indicados para o co-wash?
O que é Co-wash? Conheça a técnica e seus detalhes importantes
O que é Co-wash? Conheça a técnica e seus detalhes importantes Area de Mulher

O co-wash ganha força nos cabelos ondulados, encaracolados e crespos. O motivo é simples: as cutículas abertas que deixam o cabelo com frizz se fecham deixando o cabelo mais hidratado.

Assim também, pelo mesmo motivo, cabelos altamente ressacados, com luzes ou tingidos vão obter o mesmo efeito com o co-wash. Fios quimicamente tratados tendem a ser mais secos que os fios naturais, por isso a utilização da técnica ajuda. Entretanto, para cabelos tingidos, para uma maior duração da tinta, convém intercalar com a lavagem normal.

Logo, é contraindicado para pessoas com cabelos muito oleosos, e para pessoas que possuem problemas no couro cabelo, como seborreia. Nesses casos, se corre o risco de contaminação do couro e desenvolvimento de fungos e bactérias.

Quantas lavagens devem ser feitas?
Co-wash, o que é? Conheça a técnica e seus detalhes importantes
Co-wash, o que é? Conheça a técnica e seus detalhes importantes Area de Mulher
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Não existe uma quantidade ideal de lavagens co-wash. A princípio, tudo vai depender de como seu couro cabelo reage ao tratamento. Se seu couro cabeludo está a muito tempo acostumado com a utilização de produtos tradicionais, pode ser que ele demore um tempo para se acostumar com o novo tratamento. Assim, é necessário que tenha uma avaliação do seu estado e de quão ressecado está.

Em seguida, após a observação, vai definir quantas vezes a ser lavado. Desde todos os dias a até mesmo uma vez por semana, quem vai indicar isso é seu próprio cabelo e a oleosidade dele. Contudo, é indicado que o cabelo não passe mais de uma semana sem ter uma lavagem com shampoo intercalada.

Em adição, a quantidade de condicionador no co-wash também vai depender da situação do seu cabelo, do tamanho que ele está e do que indica o rótulo do produto.

Outras técnicas
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Além do co-wash, também são técnicas conhecidas para os cabelos a low poo e a no poo. Um cronograma capilar que junte as técnicas, também é bem vindo.

O no poo e o low poo são técnicas que ajudam na manutenção dos óleos, lipídios e nutrientes naturais dos fios de cabelo e o do couro cabelo também. Na rotina, as lavagens com shampoo normal podem agredir os fios, como visto anteriormente, por conta das substâncias em sua composição.

Assim, no low poo são utilizados apenas shampoos livres de sulfato e, ainda sim, busca reduzir a quantidade do uso dos mesmos. Já na técnica de no poo, não se usa nenhum tipo de shampoo, se dando bastante bem com a técnica de co-wash, que utiliza apenas do condicionador.

Sugestões de produtos para co-wash
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Os produtos podem ser facilmente adquiridos online, em farmácias, supermercados e lojas de beleza. Porém, lembre-se sempre que o melhor condicionador para você é aquele que mais combina com seu cabelo. Dessa maneira, é de extrema importância que seja feito um teste.

Ainda, se ficarem dúvidas sobre o produto, se ele é ou não aconselhável, o rótulo e a embalagem sempre contêm suas substâncias.

Quer aprender mais sobre como cuidar do cabelo? Dá uma conferida nesse artigo: Nutrição Capilar – O que é, para que serve e como fazer em casa

Fontes: Cacheia Dicas de mulher Beleza e saúde

Fonte imagem destacada: Universa

 

Essa matéria Co-wash – O que é? Para quais cabelos? Quais produtos usar? foi criada pelo site Área de Mulher.