Para proteger quem navega pela internet usando sua solução, o Google está trabalhando em um modo exclusivo de acesso a páginas HTTPS para o Google Chrome, funcionalidade já testada nos lançamentos prévios do Chrome 93 para Windows, Mac, Linux, Chrome OS e Android. Aliás, este já se tornou o protocolo padrão de todas as URLs sem especificação digitadas na barra de endereço.
Espera-se, com a medida, a redução de ataques MITM (man-in-the-middle), por meio dos quais agentes mal-intencionados se tornam capazes de visualizar dados não criptografados trocados por servidores. Além disso, a medida impede o uso de malwares para capturar informações diversas, a exemplo de senhas, informações de cartões de crédito e afins.
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