28/04/2021

Manual dos Padrinhos: modelo pronto para baixar, editar e imprimir

Hoje em dia é muito comum ir acompanhado do convite de casamento um mimo para os padrinhos, entre eles está o manual dos padrinhos. Após a escolha da data do casamento, os noivos começam a planejar tudo para o grande dia. E a maior preocupação deles é que saia tudo perfeito, do jeitinho que imaginaram. […]

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Veja maneiras seguras de comemorar a vacinação nas redes

Receber a vacina contra a covid-19 é um algo que certamente deve ser comemorado — mas publicar fotos de cartões ou certificados de vacinação na internet pode uma brecha para a ação de cibercriminosos para roubar dados pessoais de quem se vacinou, alerta a Avast, especializada em segurança digital. Segundo a empresa, dados como nome completo e data de nascimento já são potencialmente suficientes para aplicar golpes. Veja a seguir algumas maneiras seguras de comemorar a vacinação nas redes:

*Estagiária do R7 sob supervisão de Pablo Marques

1. Tire uma foto da própria vacinação. Se o profissional de saúde permitir, tire uma foto da inserção da argulha

2. Tire uma selfie do seu curativo. Espere até chegar em casa, vista algo que gostaria para uma foto e tire uma foto do seu curativo

3. Tire uma foto na área externa do local de vacinação. No local que você for vacinado, peça para alguém tirar a sua foto do lado de fora. Desta forma, você estará realizando uma dupla função: a de divulgar o local da sua região que está fazendo esse importante trabalho, e a de comemorar a sua vacinação

4. Poste um vídeo seu celebrando. Celebrar esse momento com um vídeo também pode ser uma boa forma de colocar essa energia para fora

5. Oculte todas as informações pessoais. Se você realmente deseja compartilhar o seu certificado de vacinação e simplesmente acredita que não há outra opção de expressar a sua alegria nas redes sociais, cubra com o dedo todas as informações pertinentes. Não rabisque os dados do certificado com uma ferramenta de edição de imagem do seu dispositivo, pois isto pode ser eliminado com um pouco de conhecimento em software

6. Opte por apenas apenas por escrever um texto no post, sem imagem. Para aqueles que querem se expor o mínimo possível, nada como expressar os sentimentos por meio da escrita

Oriente Médio e exportadores planejam futuro sem petróleo

Dubai tem investido em soluções com energias renováveis
Dubai tem investido em soluções com energias renováveis Ali Haider/EFE/08-01-21

Ao longo de décadas, vários países se moldaram em torno do petróleo e seus derivados, por se localizarem em regiões com jazidas ou contarem com infraestutura para extração e refino. O petróleo se tornou a principal fonte de energia da humanidade, principalmente por seu alto potencial energético.

Mas, diante da necessidade de mudança de matrizes energéticas, em função deste combustível não ser renovável e sua queima provocar o aquecimento global, estas nações calcadas na exportação petrolífera perceberam-se em uma encruzilhada. Estudo da BP (British Petroleum), em 2014, já previa o fim das reservas de petróleo até 2067, caso não fossem encontradas novas jazidas.

É difícil imaginar, por exemplo, países como a Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos, cuja economia por anos se baseou no óleo, conseguirem sobreviver sem estas exportações. Além deles, nações como EUA, China e Rússia continuam dependentes desta fonte de energia.

No entanto, esses países começam a se mexer, em um momento no qual, por causa da pandemia atual, a demanda pelo petróleo registrou quedas entre 2019 e 2020 e, mesmo com recuperações pontuais, o mercado futuro não se mantém otimista.

Os Emirados Árabes Unidos, por exemplo, já acumulam projetos alternativos, buscando se livrar da dependência do petróleo. Como membro da Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo), o país é o 7º maior produtor mundial de petróleo, mas cada vez mais têm investido em tecnologia e energias alternativas, conforme exemplifica o professor Alexander Turra, do IOUSP (Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo).

"Na verdade, temos aqui algo interessante, países como Emirados Árabes Unidos estão há muito tempo, com base nos recursos e lucros com o petróleo, buscando alterar a sua atividade econômica para, por exemplo, ramos de alta tecnologia, comercial. No caso de Dubai há o turismo como atividade fortalecida. Na verdade, o petróleo e os benefícios que ele vem trazendo nas útimas décadas podem fazer com que esses países modifiquem suas fontes de energia sem necessariamente ter prejuízos, temos de entender isso como uma grande oportunidade", afirma.

No início de abril, Dubai sediou pela primeira vez a feira e conferência internacional Cybertech Global, que realizou sua 8ª edição.

Com apoio de um consórcio em Dubai, está sendo montado um projeto de geração de energia solar, o Parque Solar Mohammad Bin Rashid Al Maktoum.

A intenção é que, em Dubai, 7% da energia começasse vir de fontes renováveis já em 2020, com aumentos para 25% em 2030 e 75% em 2050. Fundos locais também têm investido mais de US$ 20 bilhões em energias renováveis.

Até a Arábia Saudita, até pouco tempo atrás a principal produtora de petróleo, está buscando alternativas. Segundo o The New York Times, o país estava investindo cerca de 7 bilhões de dólares no desenvolvimento de sete usinas solares e grandes fazendas eólicas. O governo comandado pelo príncipe herdeiro Mohamad Bin Salman tem por objetivo gerar até 10% de sua energia por meio de fontes renováveis, até 2023.

Nos últimos anos, no entanto, os combustíveis fósseis continuam sendo a principal matriz energética mundial, com petróleo e derivados representando 31,7%, carvão 28,1% e gás natural, 21,6%, segundo dados de 2018 da IEA (International Energy Agency). Energia da biomassa representava  9,3%, hidráulica, 2,5%, nuclear, 5% e as renováveis ainda eram apenas 2%.

China e Estados Unidos, porém, têm investido em energias renováveis. Na última década, a China foi a que mais investiu: 758 bilhões de dólares, segundo o Relatório da Situação Global das Renováveis de 2019, do PNUMA (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente).

Os Estados Unidos foram o terceiro: 356 bilhões de dólares, atrás da Índia, que já tem cerca de 35% da energia produzida no país vinda de fontes renováveis. Turra acredita, no entanto, que a transformação poderia ser acelerada.

"Claro que em países como os Estados Unidos há grupos mais calcados e enraizados na economia baseada em combustíveis fósseis e têm feito uma pressão política, o que consolida algumas disputas internas que acabam fazendo com que esses movimentos globais de transformação sejam mais lentos", observa.

Brasil protagonista

Turra afirma que o  Brasil tem um papel central nesta frente, já que, além de poder desenvolver todo o lado tecnológico, é um país cujas características são extremamente propícias para a implementação da energia limpa.

"O Brasil pode ter um papel fundamental na redução da quantidade de gás carbônica na atmosfera em função da possibilidade de plantio na floresta, algo que paises como a Arábia Saudita não têm, por conta de se situarem em áreas muito mais áridas. O Brasil tem essa possibilidade e pode ser benefiado, valendo-se do mercado de carbono internacional e com isso trazer outros benefícios locais associados a sistemas florestais, utilizando assim os benefícios diretos e indiretos da florestas", ressalta.

Ele cita, por exemplo, o caso da Amazônia. O fato de haver chuvas no sudeste e centro-oeste brasileiros, vindas da evapotranspiração da vegetação na Amazônia, pode ser utilizado como recurso econômico. Isso se houver o planejamento, com base nas informações e pontecialidades.

"Temos de entender essas conexões, para entender que a floresta em pé é muito mais interessante do que cortada, porque a gente não precisa cortar para expandir a fronteira agrícola, além disso já temos muitas terras desmatadas e pouco utilizadas no país. Temos aí um caminho bastante lógico para trilhar na busca de soluções para essas questões relacionadas às mudanças do clima, redução do efeito estufa e de seus prejuízos para a biodiversidade e, principalmente, para as próprias atividades humanas e o bem-estar do planeta e do ser humano", completa.

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Biden tem desempenho melhor que Trump nos primeiros 100 dias

Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden
Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden Kevin Lamarque/Reuters - 25.01.2021

Mais da metade dos norte-americanos aprova o presidente Joe Biden após quase 100 dias no cargo, de acordo com uma pesquisa Reuters/Ipsos divulgada nesta terça-feira, um nível de apoio jamais atingido por seu antecessor republicano, Donald Trump, e que deve ajudar os democratas a impulsionarem projetos de infraestrutura e outros temas da pauta de Biden.

A pesquisa de opinião nacional com 4.423 adultos realizada entre 12 e 16 de abril mostrou que 55% aprovam o desempenho de Biden no posto, que 40% o desaprovam e que o restante não tem certeza.

Biden recebeu a avaliação mais alta pela forma que tem enfrentado a pandemia de coronavírus, com 65% de aprovação. Em janeiro, 38% aprovavam a abordagem de Trump para a crise de saúde. Entre os democratas, 90% disseram aprovar a abordagem de Biden, enquanto 61% dos independentes e 39% dos republicanos aprovam o presidente na área, de acordo com a sondagem.

Para 52% dos norte-americanos, Biden tem desempenho positivo na economia, e 53% disseram o mesmo sobre seu impacto nos empregos -- nos dois casos alguns pontos percentuais acima das avaliações de Trump nos quesitos emprego e economia em seus últimos meses na função.

Mas Biden recebeu críticas em relação à imigração, já que seu governo continua passando apuros com uma disparada de imigrantes na fronteira com o México: 42% aprovaram a política imigratória do presidente e 49% a rejeitaram.

Mais da metade deu notas altas a Biden pelo bipartidarismo, mas os democratas estão muito mais inclinados a louvá-lo por unificar o eleitorado profundamente dividido. Cinquenta e seis por cento chancelaram os esforços de Biden, sendo 88% de democratas, 23% de republicanos e 48% de independentes.

Os norte-americanos também se mostraram em geral mais receptivos à postura de Biden quanto ao meio ambiente e à desigualdade racial, já que 54% e 51% respectivamente aprovam sua atuação até agora.

Biden se beneficia em parte de circunstâncias que estão fora de seu controle. Ele teve meses para preparar sua reação à pandemia antes de se tornar presidente, e algumas vacinas contra coronavírus já estavam em uso antes de sua posse de 20 de janeiro.

A economia que ele comanda também tem a vantagem de ser comparada à recessão de 2020, ano em que os empregadores dispensaram milhões porque a Covid-19 forçou o fechamento de negócios e escolas.

China lança protótipo de robô capaz de capturar lixo espacial

Robô que pode retirar lixo espacial da órbita da Terra foi lançado pela China
Robô que pode retirar lixo espacial da órbita da Terra foi lançado pela China Tingshu Wang/Reuters - 24.04.2021

Uma startup chinesa de mineração espacial lançou na órbita baixa da Terra nesta terça-feira (27) o protótipo de robô que pode recolher detritos deixados por outras espaçonaves com uma grande rede.

O NEO-01, que também vai sondar pelo espaço profundo para observar pequenos corpos celestes, foi lançado no foguete Long March 6, junto com vários satélites, informou a agência de notícias estatal Xinhua.

O robô de 30 quilos desenvolvido pela Origin Space abrirá caminho para futuras tecnologias capazes de minerar em asteroides, de acordo com a empresa.

Ao contrário da tecnologia da japonesa Astroscale, que usa ímãs para coletar lixo espacial, o NEO-01 usará uma rede para capturar detritos e depois queimá-los com um sistema de propulsão elétrica, segundo um relatório no site da startup.

Milhares de satélites foram lançados globalmente. À medida que resistem mais do que seu período útil, muitos acabam como lixo, representando perigo para outros satélites em operação.

A Origin Space planeja lançar dezenas de telescópios espaciais e mais espaçonaves para conseguir a primeira mineração comercial de asteroides até 2045, disse o fundador da empresa, Su Meng, em entrevista à mídia local chinesa em 6 de abril.

A Xinhua informou no sábado que a China está intensificando esforços para pousar uma sonda em um asteroide próximo à Terra, com o objetivo de coletar amostras, e também está acelerando um plano para construir um sistema de defesa contra asteroides próximos à Terra.

Pequim tem grandes ambições espaciais, visando alcançar a Rússia e os Estados Unidos e transformar a China em uma grande potência espacial até 2030.

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Local: Derbyshire, Inglaterra

*Estagiária do R7 sob supervisão de Pablo Marques

Uma superlua ocorre quando a Lua está na fase cheia e se encontra no ponto de sua órbita mais próximo da Terra — o chamado perigeu

Local: Washington, Estados Unidos

O fenômeno não tem uma periodicidade exata, mas costuma ocorrer a cada 14 Luas Cheias, ou 1 ano e 48 dias 

Local: Nova York, Estados Unidos

Apesar do nome superlua rosa (Super Pink Moon, em inglês), o satélite natural da Terra não apresenta esta cor

Local: Green Hill, em Rhode Island, Estados Unidos

O nome tem origem nos Estados Unidos, onde tribos indígenas marcam a passagem do tempo pelas Luas cheias


Local: Pourtsmouth, em Hampshire, Inglaterra

Cada uma tinha um nome específico, e a de abril é "rosa" porque surge na mesma época que as flores róseas Phlox Subulata, uma planta selvagem norte-americana


Local: Orlando, na Flórida, Estados Unidos

Em alguns casos, no entanto, quando a Lua se encontra próxima do horizonte, ela pode apresentar um tom amarelado, alaranjado ou avermelhado


Local: Land O' Lakes, na Flórida, Estados Unidos

O professor Rodolfo Langhi, coordenador do Observatório de Astronomia da Unesp (Universidade Estadual Paulista), explica por que isso ocorre.

"Chama-se espelhamento da luz. A luz branca dos astros — que é a mistura de todas as cores —, ao penetrar na atmosfera terrestre, vai se espalhando em diferentes cores devido a composição dos gases do ar e das partículas em suspensão"

Local: Cobetts Pond, em New Hampshire, Estados Unidos

"Quando alguém olha em direção ao horizonte, significa que a luz do astro terá que atravessar uma camada mais grossa de atmosfera até chegar no olho do observador, então ela vai sendo espalhada nas diferentes cores, à medida que ele vai abaixando e chegando perto do horizonte", completa

Local: Fort Lauderdale, na Flórida, Estados Unidos

Desta forma, a Lua vai ficando primeiro amarelada, depois alaranjada, e por último, avermelhada, como na foto acima

Local: Wrightsville Beach, na Carolina do Norte, Estados Unidos

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Relatório aponta queda no ritmo de inovações em energias limpas

Carros elétricos movimentam setor de tecnologias limpas
Carros elétricos movimentam setor de tecnologias limpas Pixabay

As inovações na área da energia limpa registraram uma desaceleração na taxa de crescimento anual na última década, anunciaram nesta terça-feira (27) o Instituto Europeu de Patentes (OEP) e a Agência Internacional de Energia (AIE).

O número de patentes internacionais dedicadas às tecnologias de baixa emissão de CO2 cresceu em 20 anos, ao contrário do retrocesso observado desde 2015 nas energias fósseis, de acordo com o relatório "Patentes e transição energética", entre 2000 e 2019.

Mas há alguns anos, a taxa de crescimento anual médio está em queda. E desde 2017 é quatro vezes menor que no período 2000-2013 (3,3% contra 12,5%).

Mas o mundo só conseguirá frear o aquecimento global "com uma grande aceleração da inovação na área da energia limpa", alerta a AIE.

"Quase metade das reduções das emissões de gases do efeito estufa que permitirão alcançar a neutralidade de carbono em 2050 teriam que resultar de tecnologias que ainda não estão no mercado", afirmou o diretor da AIE, Fatih Birol.

Para o presidente do OEP, Antonio Campinos, "este relatório destaca a necessidade de acelerar a inovação de energia neutra em carbono, incluindo algumas que estão apenas surgindo".

O documento aponta que as patentes relacionadas com as tecnologias de produção de energia, incluindo as energias renováveis, estão em queda desde 2012.

Nos últimos cinco aos, 60% das inovações estavam vinculadas aos usos finais. O transporte é o primeiro setor de inovação, à frente da eficiência energética na indústria.

Os veículos elétricos estimulam o movimento, com os avanços nas baterias de íons de lítio.

A Europa é a primeira região em termos de inovação para energias neutras em carbono, com 28% das patentes apresentadas entre 2010 e 2019, segundo o relatório.