Os pesquisadores anunciaram, na terça-feira (7), que conseguiram recuperar 27 itens dos mais de 700 objetos do acervo egípcio do Museu Nacional
Uma das peças que foi recuperada dos escombros é o amuleto da sacerdotisa egípcia Sha-Amun-em-Su. O artefato tem o formato de um escaravelho e nunca havia sido visto pelos pesquisadores da instituição. O pequeno objeto havia sido identificado apenas por imagens de uma tomografia realizada no sarcófago
O sarcófago com a múmia ficou fechado por mais de 2.700 anos e foi destruído pelas chamas. A pequena escultura foi um pouco da história que foi possível recuperar. As peças do acervo egípcio foram pertenceram a D. Pedro I e eram a maior coleção do Egito Antigo na América Latina. A múmia Sha-Amun-em-Su era a peça favorita do imperador
A Chamada pelo público de “Dama do cone”, a estatueta em calcário de dama gípcia representa uma mulher da elite trajando vestido de linho regueado. Originalmente, a dama tinha um cone de incenso na cabeça que foi perdido no incêndio. As cores também foram apagadas pelo calor
As estelas egípcias são lajes em rocha ou madeira com cenas retratadas ou textos. A palavra “estela” vem do grego “Stela” que significa “pedra erguida ou alçada”. No Egito Antigo, as estelas eram erguidas mais freqüentemente como epitáfios, marcadores de fronteiras, monumentos votivos e comemorativos
Outras pequenas estatuetas feitas de calcário também resistiram ao calor e foram recuperadas. Os shabtis ou ushabti são estatuetas mumiformes
Pequenos e delicados vasos que guardavam maquiagem e perfumes também foram encontrados pelo pesquisadores que vasculham as cinzas do Museu Nacional. A coleção egípcia da instituição é considerada pela UNESCO como patrimônio mundial
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